O site Ego convidou o ator Lucio Mauro Filho para responder a 10 perguntas feita por seus leitores.
Confira a entrevista abaixo
O ator, que interpreta o Tuco de A Grande Família, fala sobre carreira, família e sua experiência com drogas
Nem o trânsito é capaz de abalar o bom humor do ator Lúcio Mauro Filho, de 33 anos, que vive o Tuco de A Grande Família. No dia em que recebeu a repórter Laís Rissato para responder às perguntas dos leitores enviadas ao site de QUEM, Lucinho, como é chamado pela família e pelos amigos, pegou um congestionamento de uma hora para ir do Centro do Rio até o Teatro do Leblon, na Zona Sul, onde está em cartaz com a peça Lúcio 80/30, em que contracena com o pai, o ator Lúcio Mauro, de 81.
“Temos que tentar nos divertir sempre, senão a vida vai ficando cada vez mais chata”, diz ele, que durante uma hora falou sobre carreira, família e sua experiência com drogas.
1. O humor pode estar no seu sangue, mas que tal encarar um papel dramático para o público?
Marcos Campaneli, São Paulo (SP)
Eu adoraria, porém preciso ter oportunidade e tempo. Por causa do sucesso de A Grande Família, acabo recebendo mais convites de trabalhos de humor. Mas ainda quero, sim, fazer drama. Na peça com que estou em cartaz agora, Lúcio 80/30, com meu pai e meus irmãos, a gente brinca com vários gêneros: drama, comédia, realismo, realismo fantástico, e temos oportunidade de mostrar coisas diferentes do habitual.
2. Qual é o personagem dos seus sonhos?
Ana Paula Telles, Rio de Janeiro (RJ)
Não há nenhum específico, porque todos sempre surpreendem a gente. O personagem dos meus sonhos é aquele que me desafie, e dois que eu acho bem interessantes são o Rei Claudius e o Polonius, do Hamlet (de William Shakespeare).
3. Para você, a vida é um circo ou um palco iluminado, em que as pessoas têm que se divertir sempre?
Edison Nassin, Ribeirão Preto (SP)
Acho que as pessoas têm que procurar se divertir sempre, em qualquer situação, porque a vida está ficando cada vez mais chata. A diversão é muito importante, é uma chave que temos que ligar para que outras coisas sumam, senão corremos o risco de nos tornar escravos de tudo. Temos que ter um tempo, até mesmo para não fazer nada.
4. Como é sua rotina?
Nelson Borges, São Paulo (SP)
Eu acordo cedo, tomo um cafezinho, brinco com meus filhos, Bento, de 4 anos, e Luísa, de 2. Depois do almoço, eu ou a Cíntia, minha mulher, levamos as crianças à escola. De segunda a quarta-feira eu vou ao Projac à tarde, para gravar A Grande Família. De quinta-feira a domingo faço a peça à noite. No dia-a-dia, procuro ter sempre um tempo para curtir meus filhos.
5. Sua mãe é a Arlete Salles? Se for, qual é seu relacionamento com ela?
Nils Tavares, Curitiba (PR)
Muita gente me pergunta isso (risos)! Não, minha mãe não é a Arlete Salles, mas meu relacionamento com a Arlete é tão bom que é como se ela realmente fosse minha mãe. Ela foi casada muitos anos com meu pai, com quem teve o meu irmão mais velho, Alexandre, e é muito amiga da minha mãe, a atriz Luiza Barbalho.
No meio artístico há maior facilidade em deparar com as drogas, mas elas existem em toda a sociedade. Eu tive experiência com várias, já experimentei cocaína, ácido... mas não curti, porque alteram o estado de consciência.
6. Em quem você votou na última eleição para presidente?
Lucia Alvarez, São Paulo (SP)
Votei no Cristovam Buarque. Eu não estou satisfeito com o governo Lula. Os avanços são inegáveis, mas não gosto da postura dele como presidente e como homem de esquerda. Não é aquela pessoa em quem eu votei durante 15 anos. Ele transformou-se em outro Lula, que faz uma política de conchavo, de proteger raposas velhas que sugam nosso povo há anos. Tínhamos a ilusão de que tudo mudaria, mas nada mudou.
7. Qual é sua formação?
André Henrique dos Santos, Campinas (SP)
Fiz comunicação social na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro por dois anos
e, depois, me transferi para sociologia, mas acabei não concluindo nenhum dos dois cursos.
8. Como é a relação com seu pai, que é um grande talento da televisão? Existe de sua parte essa história de ser o filho do cara que todos têm que reverenciar?
Sebastiana Aparecida Mateus, Belo Horizonte (MG)
É uma sorte ser filho de quem sou. Escolhi ser ator e tenho um grande exemplo dentro de casa. Nossa diferença de idade, de uma certa forma, me protegeu de comparações, porque elas existem. Mas a educação do papai me preservou muito, ele sempre falou que não queria que eu fosse garoto prodígio, quis que eu procurasse meu caminho e respeitou minhas escolhas. Quando as pessoas descobriram que eu era filho do Lúcio Mauro, eu já estava estabelecido e mostrando meu trabalho.
9. Você já recebeu propostas de outras emissoras? Caso a resposta seja sim, pretende deixar a Globo?
Scheila Cecchetti, Niterói (RJ)
Já recebi sondagens, mas nunca uma proposta formal, direta, até porque é muito difícil me tirar da Globo, empresa na qual trabalho há dez anos ininterruptos. Vou mudar só para ganhar mais dinheiro? Não é o dinheiro que move a minha vida, então acho que só um projeto espetacular me tiraria da Globo. Eu não tenho coragem de deixar A Grande Família.
10. Você já teve experiências com drogas? Acredita que o meio artístico influencia as pessoas a usá-las?
Mariana Bustamante, Porto Alegre (RS)
No meio artístico com certeza há maior facilidade em deparar com as drogas, mas elas existem em toda a sociedade. Eu tive experiência com várias drogas, já experimentei cocaína, ácido... Mas não curti, porque alteram o estado de consciência. Talvez a única que eu tenha gostado foi a maconha, que é mais leve e propicia um relaxamento interessante. Mas o problema é que os usuários ajudam a financiar o tráfico, então eu não curto, não acho legal.
DreamWorks Animation estuda fazer sequência de "Kung Fu Panda"
O presidente-executivo da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, disse na quarta-feira que o estúdio está em fase de negociações para fazer uma sequência do sucesso de bilheteria "Kung Fu Panda" e que poderá fazer um anúncio dentro de dois meses.
Indagado pela Reuters sobre uma possível sequência do filme, que já arrecadou 560 milhões de dólares em vendas mundiais de ingressos, Katzenberg respondeu: "Já começamos as negociações, e acho que dentro de 30 a 60 dias vamos poder falar completamente sobre isso."
Ambientado na China, "Kung Fu Panda" conta a trajetória de um panda desajeitado, mas irresistivelmente simpático, chamado Po (dublado pelo comediante de Hollywood Jack Black) em seus esforços para tornar-se um guerreiro kung fu.
Katzenberg falava com jornalistas durante a exibição de trechos do desenho animado "Madagascar 2: A Grande Escapada", do estúdio, previsto para estrear nos EUA em 7 de novembro.
O "Madagascar" original, de 2005, conta a história de animais que escapam do Zoológico Central de Nova York e foi o maior sucesso da DreamWorks Animation em termos de filmes que não são sequências, arrecadando 530 milhões de dólares em vendas globais, até ser ultrapassado por "Panda" nas últimas semanas.
Uma sequência de "Kung Fu Panda" provavelmente será bem recebida pelos investidores da DreamWorks Animation, que viram as ações do estúdio se desvalorizarem no final de julho, depois de a empresa lançar um aviso sobre a alta dos custos do marketing internacional.
As ações do estúdio vinham sendo vendidas a mais de 30 dólares cada em julho, mas caíram para 28 dólares quando a empresa lançou o aviso, em 30 de julho. Desde então elas se recuperaram, no pregão da tarde de quarta-feira estavam sendo negociadas a 30,44 dólares.
A Guerra dos Rocha é um filme sobre a simpática e desastrada velhinha Dina Rocha e seus três filhos adultos - Marcos Vinicius, César e Marcelo – que vivem em pé de guerra sobre quem deve ficar com a mãe.
Durante uma das muitas batalhas familiares, Dona Dina some e quando os filhos percebem a ausência da mãe, parece que já é tarde demais.
No IML, os filhos recebem a trágica notícia de que dera a entrada uma velhinha atropelada por um ônibus cuja descrição é igual as de sua mãe.
Enquanto os irmãos preparam o velório, eles mal poderiam imaginar que na verdade a mãe fora seqüestrada por dois desastrados e divertidos ladrões na casa ao lado junto com sua amiga Nonô...
A Guerra dos Rocha tem previsão de estréia para o dia 10 de Outubro.
Fonte:Rio Bravo e Uol
Texto editado por Andressa Santos
Lucio 80-30 reúne pela primeira vez no palco o ator Lúcio Mauro, comemorando 81 anos de vida e 60 anos de carreira, e os filhos Lúcio Mauro Filho, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho. A história gira em torno de um pai teimoso (Lucio Mauro) que aceita ser internado em um hospital, após um mal-estar prolongado. Nos exames é detectado algo suspeito, o que deixa o filho (Lucio Mauro Filho) muito preocupado.
Durante uma semana pai e filho convivem sem saber quanto tempo ainda ficarão juntos. Na angústia de tentar animar o doente, o filho resolve inventar um espetáculo com os dois. Unindo as experiências profissionais e pessoais que tiveram, eles começam a ensaiar uma peça onde passam a limpo suas vidas, seus acertos e erros, alegrias e vitórias, descobrindo onde suas histórias se encontram e revelando o imenso amor e admiração um pelo outro.
Serviço: De 08 a 10 de agosto Sexta e Sábado 21:00 Domingo 20h Ingressos: R$ 60,00 e R$ 30 (estudantes e pessoas acima dos 60 anos) Local: Teatro Regina Vogue - Av. Sete de Setembro, 2775 - Shopping Estação - 2101.8292. Compre seu ingresso on-line ou pelo call center (4003-1212).
Fonte:Jornale Curitiba
Texto editado por Andressa Santos
De 8 a 10 deste mês o Teatro Regina Vogue será palco da peça Lucio 80-30. Estrelado por Lucio Mauro e seus filhos Lucio Mauro Filho (o Tuco, do seriado global A Grande Família), Alexandre e Luly Barbalho, O espetáculo é uma comédia sensível, sobre a relaçao entre pais e filhos. Os ingressos estão a venda por R$60 e R$30 (estudantes, pessoas acima dos 60 anos e assinantes da Gazeta do Povo) na bilheteria do teatro, pelo telefone (41) 2101-8292 e pelo site www.reginavogue.com.br.
O Teatro Regina Vogue (Avenida Sete de Setembro, 2.775, Shopping Estação) recebe, nos próximos dias 8, 9 e 10 de agosto, a peça Lucio 80-30. O espetáculo é uma comédia sensível, sobre a relação entre pais e filhos. No palco, reunidos pela primeira vez, o ator Lucio Mauro e seus filhos Lucio Mauro Filho (o Tuco, do seriado global A Grande Família), Alexandre e Luly Barbalho. Na sexta-feira e no sábado, a sessão começa às 21 horas; no domingo, às 20.
Os ingressos custam R$ 60 e R$ 30 (estudantes, pessoas acima dos 60 anos e assinantes da Gazeta do Povo) e estão à venda na bilheteria do teatro, pelo telefone (41) 2101-8292 e pelo site www.reginavogue.com.br.
Serviço:
Lucio 80-30, com Lucio Mauro e Lucio Mauro Filho.
Teatro Regina Vogue (Avenida Sete de Setembro, 2.775, Shopping Estação), (41) 2101-8292.
Dias 8, 9 e 10 de agosto. Sexta e sábado, às 21 horas; domingo, às 20.
R$ 60 e R$ 30 (estudantes, pessoas acima dos 60 anos e assinantes da Gazeta do Povo).
Classificação etária: 14 anos
Duração: 1h20.
Sobre o espetáculo
O espetáculo Lucio 80-30 celebra o amor filial e presta uma homenagem ao ofício de ator. No palco estão reunidos, pela primeira vez, o ator Lucio Mauro, comemorando 80 anos de vida e 60 de carreira, e seus filhos Lucio Mauro Filho, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho.
Além de dividir o palco com o pai, Lucio Mauro Filho é o responsável pelo texto e pela direção do espetáculo.
“Em 2006, papai foi parar no hospital. A princípio era só um mal-estar, depois apareceu uma bolha no seu coração e os médicos resolveram interná-lo”, conta Lucio Mauro Filho.
“Entre os vários pensamentos que automaticamente começaram a me afligir, o de ainda não ter feito uma peça com ele era um dos mais perturbadores. Passamos dez dias no hospital, só eu e ele. Quando veio a alta, não pensei duas vezes. Fui bolar um espetáculo para a gente fazer. E agora nasce mais esse filho com o nome de Lucio.”
Para Lucio Mauro, a experiência de dividir o palco com os filhos está sendo emocionante. “Apesar de ser uma comédia, esse é um espetáculo cheio de ternura. É a história de um pai que acha que já fez tudo e de um filho que está começando a carreira” diz o ator. “Apesar de Lucio ser o diretor e todo mundo colaborar, eu dou a última palavra (risos), porque eles respeitam meus 60 anos de carreira. Fiz todo o repertório de comédia do teatro brasileiro, além de inúmeros trabalhos na televisão.”
Lucio Mauro Filho conta que o pai sempre esperou que ele trilhasse seu próprio caminho.
“Ele nunca deu palpites ou tentou me influenciar em nada. Foi uma sábia decisão, que me fez perseguir a profissão do meu jeito, tomando os tombos que eu tinha que tomar (e que continuo tomando), mas sabendo que fiz a escolha certa. E ele sempre como platéia, uma platéia muito especial, que respeita minhas escolhas e vibra com cada pequeno sucesso.”
Sobre o enredo
A história gira em torno de um pai teimoso (Lucio Mauro) que aceita ser internado em um hospital após um mal-estar prolongado. Nos exames, é detectado algo suspeito, o que deixa o filho (Lucio Mauro Filho) muito preocupado. Durante uma semana pai e filho convivem sem saber quanto tempo ainda ficarão juntos. Na angústia de tentar animar o doente, o filho resolve inventar um espetáculo para os dois.
Unindo as experiências profissionais e pessoais que tiveram, eles começam a ensaiar uma peça em que passam a limpo suas vidas, seus erros e acertos, suas alegrias e vitórias, descobrindo onde suas histórias se encontram e revelando imensos amor e admiração um pelo outro.
“Em 2007, eu dirigi um infantil, Dom Quixote, mas essa é a minha primeira direção de teatro adulto”, conta Lucio Mauro Filho.
“É também meu primeiro texto montado. Desde que comecei a atuar profissionalmente, me perguntavam quando eu trabalharia com meu pai. Eu sempre achei que isso aconteceria naturalmente.” Alexandre e Luly Barbalho, também atores, interpretam na peça um médico e uma enfermeira.
O cenário, de Guga Feijó e Lu Nicolini, recria um quarto de hospital e é composto por uma cama e um vaso sanitário.
“Como nosso objetivo era passar um clima de atores ensaiando, eu queria um cenário simples”, diz Lucio Mauro Filho.
Na trilha, composta por André Moraes, um clássico popular da relação pai/filho: a música “Pai”, de Fábio Jr. Na peça, ela ganha várias versões em estilos diferentes: axé, rock, pagode e até uma interpretação de Maria Bethânia.
O figurino, criado por Ticiana Passos, mistura ficção e realidade. “Lucio Mauro é conhecido por sempre andar de terno e na peça ele aparece de pijama. Mas, no final, ele volta a usar um terno de tons claros”, diz ela. “Já o Lucinho usa roupas contemporâneas, como jeans e camiseta.”
O pai
Há quase 60 anos, Lucio de Barros Barbalho deixou Belém do Pará, sua terra natal, para viver o sonho de ser ator. Naquele tempo, não existia televisão e nenhum pai sentia orgulho pelo filho seguir carreira artística. Mas Lucio partiu, deixando o pai, Seu Luis, resignado, e a mãe, Dona Júlia, com a certeza de que aquele menino ia longe. E foi.
Lucio Mauro é o único ator brasileiro que sabe de cor o poema “O Monólogo das Mãos”, texto traduzido e adaptado por Oduvaldo Vianna Pai. Outro marco em sua carreira foram os 20 anos em cartaz com a peça Além da Vida, história de temática espiritualista.
Durante sua permanência em Recife, Lucio Mauro trabalhou no rádio e no teatro, além de inaugurar a televisão no Nordeste. Lá atuou com Barreto Junior, Zé Santa Cruz, Arlete Salles, Procópio Ferreira, Bibi Ferreira e Chico Anysio, entre tantos outros.
O ator foi pioneiro na implantação das redes de televisão. Passou pela TV Rio, pela Tupi e pela Excelsior, até pousar na TV Globo no Rio de Janeiro, onde fixou moradia. Lucio Mauro fez personagens inesquecíveis, como o Fernandinho da Ofélia; e Da Julia (uma homenagem à sua mãe), no quadro do personagem Alberto Roberto, um dos tipos mais famosos interpretados por Chico Anysio. Ele também dirigiu programas célebres como Balança Mas Não Cai e A Festa É Nossa.
“Seu Lucio”, como é carinhosamente conhecido, casou-se duas vezes e teve cinco filhos. Em um deles colocou seu nome artístico, Lucio Mauro.
O filho
Como se fosse uma sina, Lucinho também foi mordido pelo bicho da atuação. Desde cedo começou a estudar teatro no Tablado, onde teve professores como Guida Vianna, Cacá Mourthé, João Brandão e Bernardo Jablonsky, além da mestra maior, Maria Clara Machado.
Aos 17 anos, Lucio iniciou sua carreira teatral. Ao longo de sua carreira, foi dirigido, entre outros, por Chico Anysio, Guel Arraes, João Falcão e Ivan de Albuquerque, seu mestre, com quem trabalhou durante seis anos, até a morte deste em 2001.
Lucio Mauro Filho protagonizou espetáculos no palco, como Hamlet e Bravo Soldado Schweik. Seus últimos trabalhos em teatro foram Lisbela e o Prisioneiro e Homem Objeto, espetáculo com o qual ganhou o Prêmio Austregésilo de Athayde, da Academia Brasileira de Letras, como melhor ator de teatro de 2002.
Na tevê, interpretou personagens populares como o Alfredinho, na dupla formada com Jorge Dória, para o programa Zorra Total e, atualmente, interpreta o Tuco, o filho encostado de A Grande Família, programa de humor de maior audiência da televisão brasileira, e que chegou aos cinemas em 2007.
Casado, pai de dois filhos, Lucinho não nega a origem e diz ter orgulho de poder carregar esse nome, Lucio Mauro, ao qual teve que acrescentar o “Filho”, para que o público possa saber quem é quem.
Produção local
Em Curitiba, o espetáculo Lucio 80-30 conta com a produção da Nume Produções e com patrocínio da rede de hotéis Mabu e da concessionária Ford Center. A peça é um promoção da Rede Globo, da Sport TV e da Rádio Jovem Pan Curitiba, apoiada pelos restaurantes Quintana Café & Restaurante, Lellis Trattoria, Armazém Italiano, Mercearia Bresser e Cantina do Délio e pela Macchina Áudio. O espetáculo marca a oitava produção da Nume e o seu o primeiro ano de trabalho.
Ficha técnica:
Texto e direção: Lucio Mauro Filho
Texto “Nós, os Palhaços”, gentilmente cedido por Gugu Olimecha
Elenco: Lucio Mauro, Lucio Mauro Filho, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Figurino: Ticiana Passos
Cenografia: Guga Feijó e Lu Nicolini
Trilha sonora: André Moraes
Fotos: Guga Melgar
Fotos/montagem: Roberto Campadelo
Assessoria de imprensa: Eduardo Barata
Produtores associados: Barata Comunicação & Tudo de Bom
Créditos Idealizadora: Mih Melo Responsável: Carol Monteiro Layout : Carol Monteiro Fotos: Divulgação da peça Lucio80-30 Apoio: Fã-clube, Tudo De Bom , Lucio Mauro Filho